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A Doutrina Fechada
      Em 2008 o mundo iniciou seu colapso. Uma mutação silenciosa de décadas no Toxoplasma Gondii criou uma crise sem precedentes em todo o planeta. Esse Toxoplasma, popularmente conhecido por causar a Toxoplasmose em humanos, passou a deixar solos inférteis em inúmeros países.

      Raman, um país no Oriente Médio próximo a Chernarus e Takistan, foi uma ilha fortemente afetada pela Crise da Fome Mundial por ser naturalmente dependente da importação de alimentos, já que seus solos arenosos eram inférteis.

      Diante de crises regionais, instabilidades sociais internas e do surgimento de uma nova mutação do Toxoplasma gondii, a ilha de Raman implementou o que viria a ser conhecido como a Doutrina Fechada (Zakrytaya Doktrina), uma política de isolamento total do mundo exterior.

      A Doutrina Fechada estabeleceu controles rigorosos sobre fronteiras, comunicação e comércio, transformando a ilha em um Estado fortemente isolacionista.

      O objetivo oficial era proteger a população e a soberania ramani contra o surto do parasita. Entretanto, a medida revelou as limitações do país: a ilha não era auto suficiente, demonstrando dificuldades em abastecer sua própria população de forma adequada.


Paz em Raman, Guerra no Mundo
      Em 2009, o governo de Raman conseguiu, inicialmente, conter a disseminação do Toxoplasma gondii por meio de uma forte intervenção do exército nas ruas e da construção de hospitais de campanha. O ano foi, em grande parte, tranquilo, marcando o período em que, pela primeira vez em muitos anos, o governo parecia cumprir efetivamente seu papel de protetor da população.

      No entanto, a escassez de recursos se agravava rapidamente. Diversos motins populares surgiram por toda a ilha, pressionando o governo a adotar medidas mais rígidas. A resposta incluiu intervenção militar direta e a implementação de um racionamento de alimentos e suprimentos, consolidando o controle estatal, mas ao custo do aumento da tensão social.

      Enquanto isso no mundo, em 2009, após a perda de aproximadamente 25% da população mundial pela fome, o mundo presenciou o surgimento de infectados. Pesquisas realizadas naquele ano apontaram que o Toxoplasma presente nos solos assumia corpos humanos após a morte. Em agosto de 2009, uma acusação levantada pelos EUA acendeu uma chama que logo saiu do controle.

      O então presidente Thomas Richfield acusou o governo chinês de estar envolvido em pesquisas ilegais que teriam culminado na mutação do Toxoplasma. À beira de um colapso quase completo, o governo americano tomou medidas drásticas ao invadir áreas estratégicas próximas à Floresta Amazônica na América do Sul.

      Essa ação gerou uma polarização imediata entre diversos blocos econômicos, causando pressão mundial entre países que se viram obrigados a escolher um lado. A ONU tentou remediar a situação, mas com o número crescente de mortes, a escassez de recursos e a insuficiência dos governos em avançar nas pesquisas sobre o Toxoplasma, a diplomacia tornou-se cada vez mais impraticável.

      Diante da invasão americana silenciosa pela Amazônia, o governo brasileiro abriu mão da diplomacia e enviou tropas para conter o avanço na fronteira, com apoio de forças chinesas. Sob o pretexto de assumir o controle sobre terras raras, petróleo e solos férteis, os EUA deram início à Grande Guerra ao disparar mísseis contra Brasília.

      Nesse mesmo período, em dezembro, Raman resistia com as fronteiras fechadas e sem a presença do Toxoplasma, mas enfrentava conflitos internos cada vez maiores causados pela fome. Ao perceber que o regime de Doutrina Fechada estava prestes a colapsar economicamente pela falta de negociação externa, o governo decidiu abrir acordos com a Rússia em troca de tecnologias de plantio.


A Guerra Chega a Raman
      Em 2011, o mundo encontrava-se à beira de uma guerra total. Com países desesperados por recursos, diversos territórios foram abandonados. Especialistas declararam que a democracia havia colapsado e que a lei do mais forte regia os governos sobreviventes.

      Em 2012, a diplomacia deu seus últimos suspiros. Os EUA, envolvidos em confrontos diretos no Oriente Médio, realizaram um ataque nuclear estratégico ao norte de Raman, região que abrigava centros russos de pesquisa agrícola experimental, arsenais biológicos e infraestrutura energética crítica.

      A explosão causou inúmeras mortes e praticamente obliterou a presença russa na ilha, forçando sua retirada.

      O ataque nuclear gerou consequências irreparáveis. A radiação contaminou vastas áreas da ilha maior, Hussein, tornando-a rapidamente inabitável. Hassan, por sua vez, possuía menor densidade populacional, infraestrutura protegida e estufas subterrâneas, tornando-se o principal destino de migração.

      A ponte foi fechada antes que a maioria da população pudesse atravessar, selando o abandono de Hussein.

      A partir desse ponto, uma nova mutação do Toxoplasma gondii surgiu em Raman. A combinação entre o parasita e a radiação nuclear provocou desfigurações corporais severas, criando infectados com comportamentos e fisiologia distintos dos observados no resto do mundo.

      Pela primeira vez, a infecção atingiu também animais da ilha, ampliando drasticamente o alcance da crise. O governo não estava preparado para lidar com essa catástrofe.

      Em poucos meses, Raman mergulhou em caos total. As forças militares se mostraram insuficientes, e o poder governamental enfraqueceu até praticamente desaparecer.


Megacorporações e o Conselho de Hassan
      Enquanto isso, em 2013, o mundo já não era o mesmo. Devido à guerra, inúmeros satélites foram desativados ou derrubados, marcando o fim do acesso à informação global. Diversas nações abriram mão de sua soberania e se anexaram a países mais fortes. Políticas de paz deixaram de existir e os detentores de recursos passaram a dominar o novo mundo.

      Assim nasceu a ascensão das megacorporações sem afiliações governamentais, que passaram a controlar recursos valiosos. Entre elas destacaram-se: AgroTrade, voltada ao plantio e comida sintética; Gravis, fornecedora de tecnologia militar; e Pharma, empresa chinesa especializada em biotecnologia e armas bioquímicas.

      Já em Raman, o ano 2014, foi conhecido pelo ataque rebelde ao prédio da cúpula política e Baistan (capital de Raman), deixando o país fragilizado. Diversos líderes importantes, incluindo Al-Hakim 3, foram mortos. Após meses de caos, guiados pela prefeitura de Baistan, comerciantes e corporativistas decidiram formar o Conselho de Hassan (COH). A instalação do conselho trouxe de volta algum tipo de ordem, ainda que precária, mas suficiente para que Raman pudesse negociar externamente com outras nações e corporações. Como medida de controle social e segurança, o conselho estabeleceu novas leis em Hassan.

      A mais notável foi a política de exílio: bandidos, assassinos, malfeitores e os elementos marginalizados da sociedade eram enviados à Ilha Hussein, onde a devastação causada pelo Toxoplasma gondii tornava a sobrevivência praticamente impossível.

      Ainda em 2014, a Ilha de Hassan decidiu intensificar a vigilância sobre a ponte, isolando-se completamente do restante do território, impedindo por completo a passagem de mutantes e infectados.

      Enquanto Hussein enfrentava os efeitos devastadores do Toxoplasma gondii mutante, Hassan implementou controles rigorosos de fronteira, restrição de entradas e saídas e autossuficiência total, evitando o contato com infectados e limitando severamente qualquer tipo de comércio ou comunicação com o território maior.


Origem do Conselho de Hassan
      A destruição ocorreu primeiro na ilha de Hussein, mais rapidamente e em maior escala. A queda do governo e de seu exército potencializou uma destruição em massa na ilha, responsável por abrigar a maior parte da população ramani.

      Em uma medida rápida e conturbada, membros da prefeitura de Baistan resolveram fechar a ponte que ligava Hassan e Hussein. Essa ação impediu que os mutantes do Toxoplasma gondii se espalhassem para a ilha de Hassan.

      Infelizmente, o fechamento da ponte selou o destino de sua ilha irmã, Hussein, que agora foi nomeada pelo Conselho como Terras Mortas. Essa atitude foi questionada por alguns civis de Hassan, que acreditavam que ainda havia sobreviventes em Hussein, mas logo foram calados ao perceberem, ou não, que aquela era a única escolha possível.

      Com o fechamento da ponte sendo feito entre as duas ilhas, a prefeitura de Baistan, responsável por salvar a população, viu a necessidade da formação de um conselho, após o ataque terrorista em 2014, de maneira a atender às necessidades de cada cidade ou comunidade, agindo de forma descentralizada e localizada. Surgiu, dessa forma, o Conselho de Hassan, onde pessoas influentes de cada região de Hassan conseguiram uma cadeira no conselho.

      Com o tempo, a descentralização foi esquecida e todos os esforços passaram a se concentrar na manutenção e reforço de Baistan, a cidade que, além de ser lar do Conselho de Hassan, se tornou o último bastião de Hassan contra a devastação que acontecia em Hussein.

      A cidade de Baistan então virou a capital do que a população havia nomeado de Nova Raman. Mercadores e pequenos grupos expedicionários se fixaram no local, enquanto o Conselho era responsável por proteger a cidade e impedir a passagem de qualquer exilado ou mutante que pudesse carregar o vírus e destruir tudo aquilo que construíram para proteger a população.


A Cidade Baistan
      O Conselho de Hassan ( COH ) surgiu pela necessidadede criar um órgão governamental para manter a ordem na Ilha de Hassan, surgiu logo após o atentado de 2014.

      Formado por pessoas influentes dessa nova era de Raman, o Conselho foi responsável por aplicar a ordem na ilha de Hassan, implementando controles rigorosos de fronteira, restrição de entradas e autossuficiência. Evitando o contato com infectados e limitando severamente qualquer tipo de comércio ou comunicação com as Terras Mortas.

      Embora controverso e muito das vezes julgado como um governo ditatorial, sendo acusados de utilizar a política de exílio para sumir com seus opositores, o Conselho de Hassan é responsável por garantir a segurança e a ordem na Ilha Menor, transformando-ano único lugar livre de mutantes em todo o Raman.

      O Conselho é necessário, o conselho é a ordem, o conselho é a voz, é a razão e sobretudo o principal motivo de Hassan ainda ficar de pé, Hassan deve ao conselho tal como um vassalo deve ao seu nobre.

      Baistan é a prova do que o Conselho de Hassan é capaz de fazer. O último bastião de um governo que ainda funciona, Baistan é a capital de Nova Raman, sendo localizada no início da ponte que divide Hassan das Terras Mortas.

      É um ponto crucial para qualquer sobrevivente, dentro de seus muros estão localizados os maiores comércios ainda funcionais de Raman.

      A sociedade nas terras do Conselho de Hassan, funcionam de uma forma diferente das sociedades existentes antes do declínio do mundo que conhecemos. Os fazendeiros ou pessoas que possuem estufas próprias e um purificador de água são as pessoas mais ricas de toda a Hassan, quem não possuem esses equipamentos oferecem seu conhecimento ou trabalho braçal para adquirir no fim do dia um pouco de água ou comida para sobreviver.

      O monopólio é claro e existe uma clara divisão de classes dentro das terras do Conselho, resumindo a sociedade toda em civis, mercadores, fazendeiros e membros do Conselho de Hassan.


As Terras Mortas
      A escassez de recursos sempre foi um problema para os cidadãos de Raman, e não seria diferente sob o comando do Conselho de Hassan (COH). Após anos de reestruturação, a ilha começou a enfrentar uma grave falta de alimentos, remédios e suprimentos essenciais.

      Para contornar a crise, o conselho organizou pequenos grupos de exilados que iriam fazer expedição a Hussein, com o objetivo de recuperar recursos e manter a sobrevivência de Hassan.

      As primeiras missões foram caóticas: exilados enviados não retornavam. Apenas em 2022 um grupo conseguiu voltar com vida, relatando criaturas mutantes jamais vistas.

      A medida mostrou-se ineficaz em curto prazo, mas o tempo mostrou seu valor e à medida que passavam as expedições traziam cada vez mais recursos e o conselho planejava algo maior.


Surge a Quinta Coluna
      Entre 2021 e 2023, remanescentes da antiga Hussein e exilados enviados às Terras Mortas se uniram, formando a Quinta Coluna: uma organização hierarquizada e violenta, que passou a controlar áreas estratégicas, explorar sobreviventes e impor sua própria lei.

      Os primeiros encontros com expedicionários foram desastrosos, pois sequer sabiam da existência do grupo. Apenas alguns sobreviventes conseguiram escapar e informar o Conselho.


A Grande Reconquista
      A notícia da Quinta Coluna aterrorizou o Conselho de Hassan. A política de exílio foi encerrada para evitar fornecer mais soldados ao grupo. As expedições passaram a ser realizadas por civis voluntários, em busca de recursos e informações.

      Em 2024, diante da escassez de recursos e dos constantes conflitos entre expedicionários e membros da Quinta Coluna, a liderança de Hassan decidiu colocar em prática o Plano da Grande Reconquista. O objetivo era retomar Hussein, os mutantes e pôr fim à tirania da Quinta Coluna, restaurando a ordem social e política na ilha devastada.

      A Grande Reconquista quando anunciada movimentou toda a Ilha de Hassan, diversas pessoas compareceram para se candidatar às expedições, seja pela vontade de libertar as Terras Mortas, seja por dinheiro ou até mesmo um motivo pessoal, surgiram diversos expedicionários.

      Grande parte dos expedicionários estão a serviço de Baistan e são autorizados a entrarem nas Terras Mortas, existem aqueles que se atrevem a entrar nenhum conhecimento para buscar recursos ou riquezas, esses costumam ter sérios problemas com as Terras Mortas.

      De toda maneira eles são responsáveis por reconquistar diretamente ou indiretamente as Terras Mortas, e são eles os principais alvos da Quinta Coluna.
Conteúdo extra sobre Raman


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